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Vídeo: Médico se irrita com demora na entrega de pizza e vai armado à lanchonete intimidar funcionários

A Polícia Civil do Distrito Federal investiga um médico que, depois da demora na entrega de uma pizza, foi armado ao estabelecimento para intimidar e tomar satisfações dos funcionários. O registro de ameaça foi feito […]

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A Polícia Civil do Distrito Federal investiga um médico que, depois da demora na entrega de uma pizza, foi armado ao estabelecimento para intimidar e tomar satisfações dos funcionários. O registro de ameaça foi feito em uma delegacia do bairro da Asa Sul, na Capital Federal. A informação é do portal Metrópoles.

Conforme o que foi apurado, T.Z.L.A fez o pedido de duas pizzas em um estabelecimento comercial da Asa Sul, por meio de aplicativo de entrega. Revoltado com a demora no envio da encomenda, apareceu armado na pizzaria e exigiu a entrega imediata do pedido. A confusão aconteceu por volta das 20h30 segundo depoimento do gerente da loja. O cliente teria ido ao local duas vezes. Na primeira, teria alegado o não recebimento do lanche e pedido que a entrega fosse feita em endereço diferente do que constava no aplicativo.

Após, aproximadamente uma hora, o homem retornou à pizzaria dizendo que ainda não havia recebido as pizzas; Foi nessa hora que ele sacou uma arma e disse ao gerente que queria a sua pizza naquele exato momento. A discussão foi gravada por câmeras de segurança.

Fonte: Portal Metrópoles

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Escola de cães-guia pede ajuda a empresários para se manter durante a pandemia

Desde o início da pandemia a Escola de Cães-guia Helen Keller tempassado por sérias crises financeiras, mas esse ano, a situação seagravou muito. “Vivemos somente de doações e com a COVID, muitasempresas que contribuíam para manter a escola pararam de doar, e issotem agravado cada dia mais nossa situação, precisamos urgentemente deapoiadores e empresas que patrocinem a HKeller”, fala Renato de Paula,que recentemente tomou posse como novo diretor de marketing da HKeller. De acordo com a administração a HKeller tem um custo mensal fixo deaproximadamente R$ 45.000,00, sendo ele a folha de pagamento dosfuncionários, despesas com veterinários, remédios e exames, e demaiscustos como água, luz, combustível etc. Para sanar os problemas financeiros a escola pede o apoio de empresas epessoas físicas que queiram colaborar mensalmente. “Vale lembrar queas doações das empresas de lucro real, podem ser deduzidas do impostode renda. Mas o importante é colaborar, afinal, quanto vale a visão, aautonomia e a inclusão?”, ressalta Renato. A Escola de Cães Guias Helen Keller é a única da América Latinamembro da Federação Internacional de Cães Guias, garantindo que oscães HKELLER sejam graduados por meio de técnicas, que observam acomunhão do bem-estar dos cães, com os da equipe e clientes. A HKeller e o Cão Guia no Brasil A Escola de Cães Guias Helen Keller possui um programa genético quejá está na sua quarta geração de cães, com assertividade de 90%.Este resultado elegeu a instituição para desenvolver tecnicamente oProjeto Cão Guia, do Governo Federal, entregando ao longo de 03 anosde seu trabalho, dentro deste projeto, 16 duplas (pessoa cega/cãoguia). O investimento para um cão HKELLER O investimento na formação de um cão HKELLER atinge cifras que giramem torno de 80 mil reais, durante o período de 2 anos, desde areprodução até a formação da dupla cão/cliente. Mas não se tratade custo e sim de qualidade de vida, autoconfiança e autonomia dapessoa cega, afinal, é impossível medir o valor da visão para o serhumano e os depoimentos deles asseguram que tiveram suas vidasimpactadas positivamente, com a companhia dos cães guias que receberamda escola. Atualmente são mais de 2 mil inscritos para receberem um cão-guiagratuitamente.  Para manter seu funcionamento e ampliar a formação deinstrutores e de cães para guiar as pessoas cegas, a Helen Kellerdepende do apoio da população. A Escola de Cães Guias Helen Keller conta apenas com o apoio dasociedade civil e da iniciativa privada para prover os recursosnecessários, tais como manutenção de sua estrutura física, pagamentode seus colaboradores, prestação dos serviços de acompanhamento,tanto dos cegos como de nossos voluntários socializadores; e tãoimportante quanto, a manutenção do bem-estar dos cães. O planejamento da escola é formar 24 cães HKeller por ano, procurandoassim, atender e ampliar a entrega de cães às pessoas cegas ou baixavisão de forma gratuita. E ainda elaborar e implementar o planopedagógico contextualizado para formação de técnicos treinadores decães-guias; escola de uso de bengala articulada e escola de braile; ea construção do Centro Veterinário HKeller com ampliação daestrutura física e sustentabilidade financeira. Helen Keller cresce mesmo com a crise e pandemia Mesmo com a pandemia que está assolando a todos, e com a redução dosapoios financeiros recorrentes, a Escola Helen Keller cresceu no últimoano, aumentou a entrega de cães, a equipe técnica e pretende expandirainda mais sua atuação. “A HKeller cresceu, esse ano iremos entregar12 cães-guias, antigamente eram 4. Aumentamos nosso número deprofissionais, hoje temos 3 treinadores e mais 5 no suporte técnico eadministrativo. E nossos planos são de continuar crescendo e entregandocada vez mais autonomia a pessoa cega ou com baixa visão. A pandemianos prejudicou bastante, somos uma entidade que vive de doações e elascaíram muito, por isso precisamos da ajuda e colaboração de toda asociedade. Vale ressaltar que o cego recebe o cão-guia de formagratuita”, esclarece o diretor de marketing. No Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), em 2010, existem mais de 6,5 milhões de pessoas com cegos oubaixa visão Segundo o IBGE, em 2010, existem 14.727 pessoas cegas totais e 174.550pessoas com baixa visão, no estado de Santa Catarina. A Microrregião da Foz do Rio Itajaí́, que segundo dados daAssociação de Deficientes Visuais de Itajaí́ e Região – ADVIR, emseus registros de 2017, existem 613, pessoas cegas ou com baixa visão.Vale ressaltar que, esses dados referem-se apenas às pessoascadastradas na ADVIR, o que não significa a realidade do número depessoas cegas ou baixa visão, uma vez que nem todas as pessoas com estasituação estão inscritas nesta Associação. Saiba mais pelo Instagram da escola @caoguia.org.br e pelo sitewww.caoguia.org.br. Para quem quiser doar para a escola, atualmente são 4 canaisdisponíveis: QR Code, E-mail: ajude@caoguia.org.br e celular 47 997120986, que é o pix da escola.

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