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Pedidos de novos passaportes crescem 35% no posto da PF do Itajaí Shopping

O índice reflete parte da demanda reprimida no turismo nacional e internacional, que ficou estático por praticamente um ano devido às restrições sanitárias

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Divulgação

A retomada econômica impulsionada pelo avanço da vacinação em massa no Brasil gerou um crescimento na procura por emissão e renovação de passaportes em Itajaí e região. No primeiro semestre de 2021, o Posto de Emissão de Passaportes da Polícia Federal localizado no Itajaí Shopping registrou um salto de 35% nas solicitações em relação ao segundo semestre de 2020.

O índice reflete parte da demanda reprimida no turismo nacional e internacional, que ficou estático por praticamente um ano devido às restrições sanitárias. O agente responsável pelo Posto da Polícia Federal no empreendimento, Rafael Costa Firpo, explica que a emissão do documento deve ser agendada exclusivamente pelo site da Polícia Federal no https://servicos.dpf.gov.br/sinpa/home.do com tempo médio de espera de 5 dias para o atendimento presencial.

Após o comparecimento do requerente ao posto do Itajaí Shopping, o documento leva em torno de 6 dias úteis para ficar pronto. Para garantir a segurança do público e dos agentes, a Polícia Federal segue à risca os protocolos de saúde determinados pelos decretos governamentais, incluindo uso de máscaras e luvas descartáveis, distanciamento mínimo, e disponibilização de álcool gel em todas as mesas de atendimento e na entrada da sala de espera.

Procura por vistos

De forma gradual, o público também começa a procurar pelo serviço de assessoria especializada em emissão de vistos. No Itajaí Shopping, a Resolv Vistos atende quem necessita de apoio para obter a permissão de entrada em países como Estados Unidos e Canadá. “Aos poucos, as pessoas começam a se organizar para emitir ou renovar o visto para viajar nos próximos meses”, explica Bruna Oliynik Torneiro, sócia proprietária e consultora de vistos consulares da Resolv.

Há 20 anos no mercado, a empresa ajuda os viajantes a montarem todo o processo, incluindo o preenchimento do formulário nas normas que o consulado exige, o agendamento da entrevista, a análise do perfil, a lista de documentos, dicas e instruções para a entrevista, e o acompanhamento da chegada do passaporte com o visto. Em caso de renovação para os Estados Unidos (vistos vencidos a menos de 48 meses) não é necessário que o passageiro se apresente para a entrevista no consulado americano. “No momento, estão acontecendo as entrevistas para vistos de estudantes e vistos de urgência aos Estados Unidos. Para vistos de turismo, os processos estão levando mais tempo do que o habitual, por isso é importante se organizar o quanto antes”, alerta Bruna.

Em caso de famílias, é possível agendar as entrevistas de uma só vez, o que também pode facilitar a aprovação do visto, dependendo do caso. Segundo a consultora, o primeiro passo é fazer ou renovar o passaporte e verificar se o país pretendido exige o visto. No caso do visto americano, por exemplo, o caminho inclui preencher o formulário DS-160, pagar a taxa consular no valor de 160 dólares, agendar a entrevista no consulado dos Estados Unidos (São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Brasília ou Recife), separar os documentos e comparecer no dia agendado para entrevista. “Além de todos os trâmites burocráticos citados, a Resolv do Itajaí Shopping também ajuda na escolha de hotéis próximos aos consulados e dicas para entrevista, a exemplo de como se portar e o que vestir quando for ao consulado”, finaliza.

A rede de serviços do Itajaí Shopping é completa e conta ainda com a ShopTur, agência de viagens para compra de passagens nacionais e internacionais, e a Confidence Câmbio, que atende a demanda de viajantes para diferentes destinos com troca de moedas como dólar, euro e pesos, além de transferências internacionais.

Fonte: Visor Notícias

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Escola de cães-guia pede ajuda a empresários para se manter durante a pandemia

Desde o início da pandemia a Escola de Cães-guia Helen Keller tempassado por sérias crises financeiras, mas esse ano, a situação seagravou muito. “Vivemos somente de doações e com a COVID, muitasempresas que contribuíam para manter a escola pararam de doar, e issotem agravado cada dia mais nossa situação, precisamos urgentemente deapoiadores e empresas que patrocinem a HKeller”, fala Renato de Paula,que recentemente tomou posse como novo diretor de marketing da HKeller. De acordo com a administração a HKeller tem um custo mensal fixo deaproximadamente R$ 45.000,00, sendo ele a folha de pagamento dosfuncionários, despesas com veterinários, remédios e exames, e demaiscustos como água, luz, combustível etc. Para sanar os problemas financeiros a escola pede o apoio de empresas epessoas físicas que queiram colaborar mensalmente. “Vale lembrar queas doações das empresas de lucro real, podem ser deduzidas do impostode renda. Mas o importante é colaborar, afinal, quanto vale a visão, aautonomia e a inclusão?”, ressalta Renato. A Escola de Cães Guias Helen Keller é a única da América Latinamembro da Federação Internacional de Cães Guias, garantindo que oscães HKELLER sejam graduados por meio de técnicas, que observam acomunhão do bem-estar dos cães, com os da equipe e clientes. A HKeller e o Cão Guia no Brasil A Escola de Cães Guias Helen Keller possui um programa genético quejá está na sua quarta geração de cães, com assertividade de 90%.Este resultado elegeu a instituição para desenvolver tecnicamente oProjeto Cão Guia, do Governo Federal, entregando ao longo de 03 anosde seu trabalho, dentro deste projeto, 16 duplas (pessoa cega/cãoguia). O investimento para um cão HKELLER O investimento na formação de um cão HKELLER atinge cifras que giramem torno de 80 mil reais, durante o período de 2 anos, desde areprodução até a formação da dupla cão/cliente. Mas não se tratade custo e sim de qualidade de vida, autoconfiança e autonomia dapessoa cega, afinal, é impossível medir o valor da visão para o serhumano e os depoimentos deles asseguram que tiveram suas vidasimpactadas positivamente, com a companhia dos cães guias que receberamda escola. Atualmente são mais de 2 mil inscritos para receberem um cão-guiagratuitamente.  Para manter seu funcionamento e ampliar a formação deinstrutores e de cães para guiar as pessoas cegas, a Helen Kellerdepende do apoio da população. A Escola de Cães Guias Helen Keller conta apenas com o apoio dasociedade civil e da iniciativa privada para prover os recursosnecessários, tais como manutenção de sua estrutura física, pagamentode seus colaboradores, prestação dos serviços de acompanhamento,tanto dos cegos como de nossos voluntários socializadores; e tãoimportante quanto, a manutenção do bem-estar dos cães. O planejamento da escola é formar 24 cães HKeller por ano, procurandoassim, atender e ampliar a entrega de cães às pessoas cegas ou baixavisão de forma gratuita. E ainda elaborar e implementar o planopedagógico contextualizado para formação de técnicos treinadores decães-guias; escola de uso de bengala articulada e escola de braile; ea construção do Centro Veterinário HKeller com ampliação daestrutura física e sustentabilidade financeira. Helen Keller cresce mesmo com a crise e pandemia Mesmo com a pandemia que está assolando a todos, e com a redução dosapoios financeiros recorrentes, a Escola Helen Keller cresceu no últimoano, aumentou a entrega de cães, a equipe técnica e pretende expandirainda mais sua atuação. “A HKeller cresceu, esse ano iremos entregar12 cães-guias, antigamente eram 4. Aumentamos nosso número deprofissionais, hoje temos 3 treinadores e mais 5 no suporte técnico eadministrativo. E nossos planos são de continuar crescendo e entregandocada vez mais autonomia a pessoa cega ou com baixa visão. A pandemianos prejudicou bastante, somos uma entidade que vive de doações e elascaíram muito, por isso precisamos da ajuda e colaboração de toda asociedade. Vale ressaltar que o cego recebe o cão-guia de formagratuita”, esclarece o diretor de marketing. No Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), em 2010, existem mais de 6,5 milhões de pessoas com cegos oubaixa visão Segundo o IBGE, em 2010, existem 14.727 pessoas cegas totais e 174.550pessoas com baixa visão, no estado de Santa Catarina. A Microrregião da Foz do Rio Itajaí́, que segundo dados daAssociação de Deficientes Visuais de Itajaí́ e Região – ADVIR, emseus registros de 2017, existem 613, pessoas cegas ou com baixa visão.Vale ressaltar que, esses dados referem-se apenas às pessoascadastradas na ADVIR, o que não significa a realidade do número depessoas cegas ou baixa visão, uma vez que nem todas as pessoas com estasituação estão inscritas nesta Associação. Saiba mais pelo Instagram da escola @caoguia.org.br e pelo sitewww.caoguia.org.br. Para quem quiser doar para a escola, atualmente são 4 canaisdisponíveis: QR Code, E-mail: ajude@caoguia.org.br e celular 47 997120986, que é o pix da escola.

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