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Ação inédita de promoção a igualdade racial é lançada pela Águas de Camboriú

Em um país onde os negros representam 28,5% dos desempregados e só 7% deles ocupam cargos de lideranças em grandes empresas – embora a fatia que se declara negra ou parta corresponda a cerca de 54 % de toda a população – a Águas de Camboriú deu um passo importante para ajudar a  mudar esta realidade. A concessionária acaba de lançar o programa “Respeito dá o Tom”, que tem o objetivo de contribuir na redução da desigualdade no mercado de trabalho e fazer com que a diversidade étnico-racial do Brasil esteja representada em seu quadro de profissionais.

 O programa é idealizado pela Aegea – grupo que opera atualmente em 48 municípios de nove estados brasileiros – e consiste em três pilares: empregabilidade, desenvolvimento e relacionamento. As ações vão desde rodas de conversa para informação e sensibilização sobre o tema entre os profissionais da empresa até adequações nos processos de recrutamento e seleção. Um dos objetivos é ampliar a diversidade racial também em funções de liderança.

 

Durante o lançamento do “Respeito dá o Tom”, o diretor presidente da Águas de Camboriú, Ricardo Miranda, destacou que se trata de uma ação de inclusão social. “Da mesma forma que no nosso serviço de saneamento, identificamos milhões de pessoas que não têm acesso a tratamento de água e esgoto, existem desigualdades sociais que mantêm uma série de excluídos, pessoas que não tem acesso a oportunidades devido a cor. É diretriz da Aegea atuar e falar diretamente sobre o tema e trazer estas pessoas para dentro do mercado de trabalho”, destaca.

O objetivo maior do programa é promover a equidade nas oportunidades de acesso à empresa e de crescimento profissional dos colaboradores que se autodeclaram negros e pardos. Segundo Ricardo, a empresa também pretende fazer com que as atividades cotidianas e os projetos estejam livres de racismo e discriminações, atitudes que comprometem a postura de respeito, tolerância e cordialidade que a Aegea deseja. Além de representarem as maiores taxas desemprego no Brasil, o salário médio dos negros gira em torno de R$ 1,470,50, bem abaixo dos R$ 2.660 que é o salário médio de profissionais brancos.

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