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Coronavírus

Taxa de mortalidade da Covid-19 é maior entre pessoas sem reforço

Um estudo realizado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) da Secretaria de Saúde (SES) de Santa Catarina com dados de novembro de 2021 a janeiro de 2022 aponta que o risco de hospitalização e morte é […]

Divulgação

Um estudo realizado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) da Secretaria de Saúde (SES) de Santa Catarina com dados de novembro de 2021 a janeiro de 2022 aponta que o risco de hospitalização e morte é maior entre pessoas não vacinadas ou que estão com a vacinação incompleta do que naquelas que receberam a dose de reforço. Durante o período ocorreram 871 mortes por Covid-19.

A taxa de óbitos por Covid-19 em idosos não vacinados ou com vacinação incompleta foi 47 vezes maior do que naqueles que já receberam a dose de reforço. Já entre os adultos, a taxa entre os não vacinados ou com vacinação incompleta foi 39 vezes maior do que naqueles que receberam a dose de reforço.

Segundo boletim epidemiológico da Covid-19 divulgado na terça-feira, 1º, houve um aumento de 95% no registro de mortes por Covid-19 em Santa Catarina entre a semana epidemiológica 03 (16 a 22 de janeiro) que registrou 93 óbitos, e a semana epidemiológica 04 (23 a 29 de janeiro), que registrou 181 óbitos. O maior número de óbitos registrados nesta semana vem acometendo idosos acima de 60 anos, que ainda não receberam a dose de reforço.

A Secretaria de Estado da Saúde alerta a todos acerca da importância da aplicação da dose de reforço para todos os indivíduos maiores de 18 anos que completaram o esquema primário de vacinação há pelo menos 4 meses. Além disso, é fundamental a manutenção das medidas de prevenção, como uso universal de máscaras, evitar aglomerações mantendo distanciamento físico de 1,0m entre grupos diferentes, dar preferência a ambientes ventilados e praticar a higiene respiratória, lavando as mãos de forma frequente.

O principal objetivo da matriz de risco é ser uma ferramenta de tomada de decisão. A nota final do mapa de risco considera um intervalo de variação mais adaptado para cada nível, sendo de 1 a 1,9 como moderado, 2 a 2,9 como alto, 3 a 3,9 como grave e igual a 4 como gravíssimo.

Fonte: Visor Notícias

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