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SC tem 17 municípios que apresentam alto risco de transmissão de dengue, zika e febre de chikungunya

O levantamento inspecionou 90.788 recipientes que continham água parada, ou seja, potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti.

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Foto: Reprodução

O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), divulgado nessa terça-feira (27), pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), da Secretaria de Estado da Saúde, revela que 17 municípios (16,2%) infestados pelo mosquito apresentam alto risco de transmissão de dengue, zika e febre de chikungunya. Os dados do LIRAa também mostram que 58 municípios (55,2%) apresentam médio risco e 30 (28,6%) apresentam baixo risco de transmissão das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

Conforme definido na Estratégia Operacional do Estado de Santa Catarina, os municípios considerados infestados pelo mosquito devem realizar o LIRAa duas vezes ao ano. Ao todo, 105 municípios realizaram o levantamento. Entre Rios, Passos Maia e Riqueza são considerados infestados, mas ainda não encaminharam os resultados da atividade.

LIRAa
O levantamento inspecionou 90.788 recipientes que continham água parada, ou seja, potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti. A maioria era de pequenos recipientes móveis, como pratinhos de plantas e baldes (35,9%), seguido de lixo e sucata (27,7%) e dos recipientes fixos como calhas e piscinas (15,9%)

“Esses dados revelam o quanto todos temos que estar atentos ao ambiente. É preciso manter os quintais limpos e descartar corretamente o lixo. Apesar desses recipientes serem os mais comuns, não podemos esquecer também dos outro. É importante manter a caixa d’água fechada e as calhas limpas, por exemplo”, alerta João Augusto Brancher Fuck, diretor da DIVE/SC.

O objetivo do LIRAa é a identificação do tipo e a quantidade de depósitos encontrados que possam ser potenciais criadouros do mosquito nos imóveis vistoriados. A atividade foi desenvolvida pelo Ministério da Saúde (MS) em 2002, sendo realizada pelos municípios considerados infestados pelo Aedes aegypti. O levantamento é realizado por meio da visita a um determinado número de imóveis do município, onde ocorre a coleta de larvas para definir o Índice de Infestação Predial (IIP).

Fonte: Visor Notícias

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