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No Dia do Cardiologista, Unimed Litoral alerta que grupo de risco precisa redobrar cuidados com a pandemia

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O Dia do Cardiologista, em 14 de agosto, neste ano terá caráter de alerta redobrado, porque a Covid-19 ainda é uma ameaça real, especialmente para os pacientes com cardiopatias crônicas, colocando-os no topo do grupo de risco.

O cardiologista Alex Omairi, coordenador do Serviço de Cardiologia do Hospital da Unimed, lembra que esses pacientes estão propensos a apresentarem a forma mais grave do novo coronavírus e também com maior letalidade. Neste grupo, a taxa de mortalidade chega a ser maior que 10%.

As possíveis explicações para isso, segundo o especialista, podem estar relacionadas à idade dos pacientes (a população cardiopata costuma ser acima de 60 anos), menor imunidade e tolerância às condições desfavoráveis de oxigenação impostas pela lesão pulmonar ocasionada pela infecção. 

“Dessa forma, precisamos ser muito rigorosos com as medidas de prevenção para os pacientes de doenças crônicas e cardiopatias em especial”, destaca o Dr. Omairi.

DANOS

A covid-19 pode promover danos diretos e indiretos ao coração. “De forma direta, pode ocorrer inflamação do músculo cardíaco e arritmias cardíacas potencialmente graves. Indiretamente, a infecção pelo vírus SARS-COV 2, pode levar à descompensação de situações crônicas que anteriormente encontravam-se controladas”, explica o cardiologista. 

Ele lembra ainda que os pacientes portadores de insuficiência cardíaca e outras miocardiopatias, podem apresentar piora de seus sintomas habituais, principalmente cansaço, falta de ar e inchaço pelo corpo. 

“Já os portadores de doença coronariana, mesmo previamente assintomáticos, apresentam maior probabilidade de ruptura de placas de gordura (placas ateroscleróticas) até então silenciosas, aumentando as taxas de infarto agudo do miocárdio”, enfatiza o cardiologista.

CUIDADOS

Apesar do isolamento social, os pacientes com cardiopatias crônicas devem seguir com seus programas de exercício e de reabilitação, adaptados à nova realidade que vivemos, sejam atividades domiciliares ou ao ar livre, em lugares com pouca circulação de pessoas e sem aglomerações. 

“Mesmo em menor intensidade, essas atividades precisam ser mantidas, pois do contrário, isso pode afetar negativamente os sistemas cardiovascular, respiratório, metabólico e muscular, assim como o sistema imune. A inatividade física também é muito prejudicial”, enfatiza o Dr. Omairi. 

Entretanto, o especialista orienta a não realizar atividades físicas se o paciente apresentar sinais ou sintomas, seja de covid-19 ou em qualquer outra situação de infecção. O melhor a fazer, nesse caso, é repousar até a plena recuperação. 

“Ressalto por fim que é fundamental que pacientes portadores de cardiopatias crônicas devem permanecer em contato com seus médicos e realizar as revisões já programadas para garantir a preservação de sua saúde cardiovascular e evitar complicações inesperadas”, recomenda o cardiologista Alex Omairi.

A Unimed Litoral reforça que é essencial continuar seguindo à risca todas as recomendações de prevenção como isolamento social, higiene exaustiva e frequente das mãos, uso de máscara, evitar contato das mãos com o rosto e não tocar em superfícies potencialmente contaminadas, entre outras.

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