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Mulher que assassinou grávida para roubar bebê será executada nos EUA

Após ser condenada por estrangular uma grávida até a morte e ainda cortar o feto de seu útero, a mulher de 40 anos, que foi condenada pela Justiça dos Estados Unidos, por causa de crime […]

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Após ser condenada por estrangular uma grávida até a morte e ainda cortar o feto de seu útero, a mulher de 40 anos, que foi condenada pela Justiça dos Estados Unidos, por causa de crime bárbaro, deverá ser executada. As informações são do jornal britânico Dailymail. O Departamento de Justiça dos EUA anunciou na sexta-feira (16) que a assassina, Lisa Montgomery, será executada no dia 8 de dezembro por injeção letal.

Montgomery se passava por ‘Darlene Fischer’ quando conheceu a vítima, Bobbie Jo Stinnett, de 23 anos, pela internet. Ela disse a Stinnett que estava grávida e as duas conversaram sobre gravidez. Stinnett estava no oitavo mês de gestação.

A menina, que sobreviveu ao ataque, hoje tem 16 anos. Em 16 de dezembro de 2004, elas marcaram um encontro na casa da vítima, onde a mesma foi estrangulada. O bebê foi retirado do útero e Lisa tentou fazer com que a menina parecesse ser sua própria filha. A mãe de Stinnett descobriu o corpo horas depois. A polícia prendeu Montgomery no dia seguinte e, em 2007, ela foi condenada à morte.

Julgamento

A defesa de Montgomery argumentou que a mulher sofria de uma crença delirante de que estava grávida e disse que ela pode ter sido incapaz de diferenciar entre o certo e o errado quando cometeu o crime.

A equipe de defesa a retratou como uma vítima com doença mental grave, cuja ilusão de estar grávida estava sendo ameaçada, fazendo com que ela entrasse em um estado de sonho quando o assassinato ocorreu. Eles também argumentaram que ela sofria de transtorno de estresse pós-traumático causado por abuso mental, físico e sexual na infância.

Depois de ser submetida a uma laqueadura tubária em 1990, Montgomery começou a relatar falsamente uma série de gestações. A condenada disse aos investigadores que havia levado uma faca, corda e pinça de cordão umbilical com ela para a casa da vítima. A última mulher a ser executada pelo governo dos EUA foi Bonnie Heady, que foi condenada à morte em uma câmara de gás no Missouri, em 1953.

No Brasil

Uma história parecida aconteceu em Canelinha, interior de Santa Catarina, em setembro. A vítima recebeu uma tijolada na cabeça e, desacordada, teve seu bebê retirado da barriga com um canivete.

Em depoimento, Rozalba Maria Grimme, de 26 anos, afirmou que antes das duas pancadas na cabeça, pediu para que a vítima fechasse os olhos ao esperar por uma surpresa que havia feito em comemoração ao nascimento da bebê que estava para chegar. O caso ainda está em investigação pela Polícia Civil. Rozalba está presa em Chapecó.

Fonte: ND+

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