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Segurança

MPSC atendeu 41 mulheres vítimas de violência, em 100 dias.

Mulheres vítimas de violência, independente do tipo, tiveram ajuda profissional do novo Núcleo do MPSC, o Neacit (Núcleo Especial de Atendimento às Vítimas de Crimes), registrou 41 atendimentos nos 100 primeiros dias de atuação.

Mulheres vítimas de violência, independente do tipo, tiveram ajuda profissional do novo Núcleo do MPSC, o Neacit (Núcleo Especial de Atendimento às Vítimas de Crimes), registrou 41 atendimentos nos 100 primeiros dias de atuação.

Destas, 36% foram alvo de violência doméstica, 30% de violência sexual e 15% de violência física ou psicológica fora do ambiente familiar e o restante por outros tipos de violência.

Perfil dos Agressores

Para o coordenador do Centro de Apoio Operacional e de Segurança Pública do MPSC, promotor de Justiça Jádel da Silva Júnior, o perfil dos agressores identificados foi de companheiro ou ex-companheiro em 26 casos, além de parentes em outros quatro, um caso de vizinho e outro de empregador.

“A maioria das mulheres vítimas de violência vêm em busca de apoio psicológico e atendimento jurídico, sendo que a grande parte dos casos está em situação de apenas registro de Boletim de Ocorrência”, comenta Jádel.

O núcleo orienta as vítimas sobre os seus direitos e as encaminha aos serviços disponibilizados pelas diferentes instituições e órgãos do Estado, além de parceiros no projeto, que formam a rede de garantias a pessoas que sofreram o impacto do crime.

Desde o dia 22 de fevereiro, o projeto busca proporcionar atendimento integrado e humanizado a fim de permitir que a vítima alcance os direitos dela. O atendimento inicial é feio pelo MPSC, seja pessoalmente ou pela internet.

É importante frisar que qualquer tipo de assédio ou violência, seja eles de cunho físico, verbal, psicológico ou sexual, independente do ambiente e do relacionamento do agressor com a vítima, caracteriza crime e é passível de julgamento jurídico.

O MPSC está tomando medidas para que toda a assistência necessária seja tomada em situações que colocam a mulher em vulnerabilidade, uma vez que o próprio órgão governamental precisa suprir as necessidades e dores da população.

Qualquer dúvida ou situação de assédio ou agressão, é aconselhado a vítima entrar em contato pessoal ou digitalmente com o Ministério Público.

Fonte: Visor Notícias

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