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Cultura e Lazer

Marília Mendonça desbanca sertanejos e até Lady Gaga com números no YouTube

Não é a toa que cantora ganhou o título de rainha do sertanejo e do YouTube

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Não é a toa que Marília Mendonça ganhou o título de rainha do sertanejo e do YouTube. Com suas lives sertanejas de sucesso e suas músicas estouradas nos quatro cantos do Brasil, a sertaneja desbanca qualquer nome nacional e até artistas internacionais com o número de visualizações acumuladas em seu canal oficial. Reflexo de tamanho sucesso é a homenagem histórica que a sertaneja receberá da cidade de Goiânia.

De acordo com um levantamento feito pelo Movimento Country, Marília Mendonça segue imbatível na lista dos cantores brasileiros mais vistos do YouTube. Com mais de 11 bilhões de visualizações em seu canal oficial, a rainha da sofrência, que recentemente flagrou conversas de seu ex com outras mulheres, supera até nomes internacionais, como Lady Gaga.

No meio sertanejo, também se destacam Henrique e Juliano com 8,4 bilhões de views, tendo ainda a música de maior sucesso em 2020. A dupla Zé Neto e Cristiano ocupa a terceira posição, com mais de 7,5 bilhões de visualizações em seu canal, mesmo fazendo piada com os mortos pela pandemia e apoiando o presidente Jair Bolsonaro. Confira o top atualizado dos cantores sertanejos mais vistos no YouTube e a quantidade de visualizações acumulada em seus canais oficiais:

Marília Mendonça – 11,3 bilhões

Henrique e Juliano – 8,4 bilhões

Zé Neto e Cristiano – 7,5 bilhões

Gusttavo Lima – 6,7 bilhões

Jorge e Mateus – 5,7 bilhões

Wesley Safadão – 5,6 bilhões

Matheus e Kauan – 4,8 bilhões

Maiara e Maraisa – 4,1 bilhões

Luan Santana – 3,4 bilhões

Simone e Simaria – 2,9 bilhões

Gustavo Mioto – 2,1 bilhões

Naiara Azevedo – 2 bilhões

Bruno e Marrone – 2 bilhões

Felipe Araújo – 1,9 bilhões

Michel Teló – 1,7 bilhões

Eduardo Costa – 1,6 bilhões

Lucas Lucco – 1,6 bilhões

Cristiano Araújo – 1,4 bilhões

Marcos e Belutti – 1,39 bilhões

Paula Fernandes – 1,2 bilhões

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Conheça o cantor Matheus Cuelba, jovem autista que viralizou nas redes sociais

Além de tomografias e outros exames, os médicos também constaram, na época, sintomas de depressão. Junto ao resultado clínico, ele iniciou o tratamento com especialistas e as aulas de violão. “Quando saí da escola que estive por nove anos da minha vida, mudei minha terapia convencional para a terapia ABA. Muitos tópicos que trabalhei no tratamento são os pilares da carreira musical que estou desenvolvendo, como não querer fazer tudo sozinho, ouvir instruções de profissionais e não criar expectativas muito altas. Acredito que o emocional e o profissional são pontos que devem estar em equilíbrio”, diz Matheus. Os desafios do convívio social Ao assistir a desenvoltura do jovem músico nos vídeos publicados nas redes sociais, não se imagina os desafios que existiam no início do tratamento. De acordo com a mãe de Matheus, Cláudia Cuelbas, as sessões de terapia e as aulas de música auxiliaram no enfrentamento dos medos, que, hoje, permitem que ela comemore pequenos momentos em família. “Quando ele começou a terapia, foi muito difícil, pois ele não queria de forma alguma, ficava emburrado e nervoso. Quem vê o Matheus agora nem acredita. A intervenção em ABA foi o que aconteceu de melhor na nossa vida porque os terapeutas são ótimos e têm muita paciência”. Cláudia lembra que as aulas de violão, realizadas em uma escola perto de casa, eram a forma encontrada pelo jovem de expressar seus sentimentos. No quesito profissional, o professor Fabiano aponta a timidez e a falta de confiança como as principais barreiras nas primeiras aulas. Com o tempo, as conversas entre professor e aluno foram além do âmbito musical, possibilitando o crescimento e os resultados, como o vídeo viralizado. Os sintomas no começo do tratamento foram os mesmos constatados pela psicóloga e analista comportamental do Grupo Conduzir, Larissa Aguirre. “Matheus chegou até nós por indicação de sua fonoaudióloga, que conhecia sobre a terapia ABA e sua eficácia. No início da terapia, as principais dificuldades eram de relacionamento social, de lidar com um grande sofrimento emocional e de realizar tarefas do dia a dia com independência”. Modelo de tratamento - ABA Há três anos, o tratamento do Matheus segue o modelo da Análise Comportamental Aplicada, conhecido pela sigla ABA - Applied Behavior Analysis. Trata-se de uma ciência usada para a compreensão do comportamento que vem sendo amplamente utilizada no atendimento a pessoas com desenvolvimento atípico, como o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). A ABA deriva do behaviorismo, que tem como finalidade o estudo do comportamento por meio científico. De acordo com a terapeuta, as principais funções e atividades desenvolvidas pelo músico ao longo dos anos envolvem habilidades de controle financeiro, repertório de autocuidado e autonomia, tolerância em aceitar opiniões divergentes, empatia, aquisição de repertório para conversar sobre temas variados (capacidade antes exclusiva no campo da música), identificação das situações e suas consequências, autoestima, autoconfiança e atenção compartilhada. A psicóloga que acompanha o caso de Matheus comemora: “Foi incrível ver o reconhecimento das habilidades do Matheus. É emocionante acompanhá-lo conseguindo generalizar e utilizar as habilidades aprendidas em contexto natural de maneira adequada. Nós sempre acreditamos no desenvolvimento dele, até mesmo quando para ele era difícil acreditar. E vê-lo recebendo esse carinho e reconhecimento das pessoas é muito emocionante.” Para Matheus, a rede de apoio formada por familiares, amigos e os professores de música é o que o ajuda a realizar os sonhos e insistir em projetos profissionais. “Acho que eles foram as lanternas que iluminaram minha mente escura para novos horizontes e também aqueles que tiraram um momento da aula para ouvir meus lamentos pessoais. Tive sorte de ter uma família fantástica e de ter achado as pessoas certas para construir uma amizade verdadeira”. Autismo de Alto Funcionamento O Transtorno do Espectro Autista (TEA), conhecido como autismo, engloba diferentes condições e graus de dificuldade no desenvolvimento neurológico. De acordo com os dados do Center of Deseases Control and Prevention, CDC, o autismo afeta 1 a cada 54 pessoas no mundo. Assim, a estimativa é que no Brasil existam cerca de 2 milhões de autistas. Os graus de autismo são classificados do mais leve ao mais severo. O diagnóstico proferido ao Matheus em 2014 determinou uma disfunção de Nível 1, a Síndrome de Asperger, também chamada de “autismo de alto funcionamento”, caracterizada pelo atraso na comunicação e na interação social, além do interesse restrito por temas do cotidiano, como a obsessão pela música, que o impedia de conversar e conhecer outros assuntos. “Para dar um exemplo, seria o caso da criança que apresentou pouco ou nenhum atraso da fala em si, mas que possui dificuldade em comunicar seus sentimentos, emoções e fazer ou manter relacionamentos de amizade com seus pares”, exemplifica a mestre e doutoranda em Análise de Comportamento, coordenadora do Instituto de Pesquisa Conduzir, Renata Michel. A especialista ainda explica que, se um indivíduo tem déficits e/ou excessos comportamentais típicos do diagnóstico, a abordagem em ABA, aplicada por um profissional capacitado, pode reverter o quadro por meio de tratamentos corretos que irão aumentar ou diminuir os sintomas, a depender do objetivo, para que sejam apresentados comportamentos mais próximos aos esperados para pessoas da mesma faixa etária. Apesar de ainda ser tema de estudos neurológicos, já é possível afirmar que o funcionamento do cérebro dos autistas é diferente e, por isso, tem uma compreensão distinta de atividades, o que poderia explicar melhores habilidades de foco e memória visual, entre outras características: “Não podemos afirmar que os autistas de alto funcionamento são mais propícios ao desenvolvimento de habilidades focadas, mas sim que o autista de alto funcionamento que possui QI (Quociente de Inteligência) normal ou acima da média pode desenvolver habilidades muito significativas. Apenas 1% da população total de indivíduos com TEA possui o chamado “savantismo”, que considera o desenvolvimento de habilidades extraordinárias”, explica a especialista Renata Michel.

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