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Segurança

Justiça condena homem que estuprou criança indígena a 32 anos de prisão

Foi condenado há 32 anos de prisão pela Justiça, por crimes sexuais, entre eles envolvendo uma criança indígena de Palhoça, o homem preso pela Polícia Civil em 2019. A sentença é da 2ª Vara Criminal do município. O processo, que ainda tramita em segredo de justiça, tem possibilidade de recurso. Além do estupro contra a menor, as investigações, que tiveram início ainda em 2016, pela DPCAMI (Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso) apontaram ainda que o homem escalava até apartamentos pela sacada para espiar mulheres e crianças dormindo ou tomando banho.

Em alguns casos, as vítimas percebiam uma luz, achando ser de flash de câmera de celular e, em outros, percebiam o autor em atos obscenos. Foi possível comprovar, por meio das apurações policiais, que o autor usava um veículo Gol de cor prata. Havia ainda alguns boletins de ocorrência ou conversas em grupos de WhatsApp de relatos de um homem usando esse carro ou uma moto, próximo a colégios ou via pública, chamando a atenção de mulheres e adolescentes, se masturbando dentro do automóvel ou exibindo o órgão sexual. A Justiça determinou a condenação em relação aos crimes de estupro, ato obsceno (três vezes), aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso e ainda adulteração de sinal identificador de veículo.

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