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Homem deve prestar dois anos de serviço comunitário por apresentar atestado médico falso em SC

O objetivo era conseguir a demissão sem justa causa, mas a artimanha resultou em condenação por falsificação de documento público

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Contabeis.com.br/Reprodução/Visor Notícias

Um vigilantes terá que pagar um salário mínimo e prestar serviço comunitário durante dois anos após apresentar atestado médico falsificado para conseguir demissão sem justa causa. Na Grande Florianópolis.

Com a alegação de artrose no joelho, o vigilante apresentou um atestado médico de 10 dias de licença na sua empresa, em agosto de 2015. Como a empresa recebia um grande número de documentos irregulares, um funcionário administrativo percebeu que o atestado apresentado tinha a sigla do INPS (Instituto Nacional de Previdência Social), que na época já operava sobre a identidade de INSS (Instituto Nacional de Seguro Social). Uma ligação para a unidade de saúde comprovou a falsidade do documento. Além do médico não reconhecer a letra e a assinatura, ele estava de folga no dia do preenchimento.

O vigilante alegou que adquiriu o documento no estacionamento da unidade de saúde por R$ 100, mas que não sabia da falsidade do atestado. Ele disse que não queria pegar fila e, por isso, não se incomodou em pagar pelo documento mesmo em uma unidade pública.

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