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Coronavírus

Governo de SC acompanha estudo da vacina tríplice viral no combate à Covid-19

Segundo os resultados preliminares apresentados pelos pesquisadores, a vacina tríplice viral pode reduzir a gravidade da doença porque estimula o sistema imune.

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Fotos: Cristiano Estrela / Arquivo / Secom

O Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), acompanha o estudo realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que indica a possibilidade de utilização da vacina tríplice viral, no combate à Covid-19. A pesquisa está sendo realizada desde julho de 2020 com voluntários da área da saúde e os resultados serão apresentados à SES no início da próxima semana.

Durante o ano de 2020, a pasta já iniciou o processo de aquisição de insumos para serem utilizados nas diversas ações e campanhas de vacinação que ocorrerão em 2021, inclusive pensando na possibilidade de uma ação de imunização com a tríplice viral.

“Esperamos os resultados concretos da pesquisa e estamos atentos a todas possibilidades reais que venham auxiliar no combate à pandemia. Porém, é preciso um resultado que justifique toda a mobilização, dada a complexidade de um processo de campanha vacinal concomitante a que já estamos realizando com as vacinas da Covid-19”, explica o secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro.

Sobre o estudo da UFSC

O estudo faz parte de um edital de 2020 lançado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). De acordo com a Fundação, dados preliminares apontaram a redução pela metade do risco de ter Covid-19 sintomática, caso a vacina seja utilizada. A necessidade de internação cairia 74%. Segundo os resultados preliminares apresentados pelos pesquisadores, a vacina tríplice viral pode reduzir a gravidade da doença porque estimula o sistema imune. Para realizar a análise, 430 profissionais da saúde da Grande Florianópolis foram acompanhados. Metade deles recebeu a vacina e a outra metade placebo. O prazo final da pesquisa é junho deste ano.

A tríplice viral, como é conhecida a vacina MMR, age contra sarampo, caxumba e rubéola, e usa microorganismos vivos e atenuados.

O superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Eduardo Macário reforça que está sendo dada toda a atenção ao estudo. “A SES está tratando o assunto com a máxima seriedade. Estamos aguardando o compartilhamento dos relatório da pesquisa com a descrição da metodologia e dos resultados definitivos do estudo. Para assim discutirmos com os pesquisadores e especialistas visando sua possível implantação como estratégia complementar ao enfrentamento à Covid-19, definição de público-alvo e demais estratégias. Também vamos debater com os secretários municipais a viabilidade dessa ação”, afirma.

Mas ele reforça que é importante manter todas as ações de prevenção, com uso da máscara, distanciamento social, evitando aglomerações e promovendo a lavagem das mãos.

Fonte: Visor Notícias

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