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Cultura e Lazer

Fun Museu lança mais de 25 cenários com experiência em realidade aumentada

Visitante terá a chance de interagir com elementos virtuais nos cenários reais do espaço

Sempre em busca de aliar criatividade para as produções de conteúdo que podem ser feitas nos mais de 25 cenários já tão criativos e interativos, o Fun Museu lança agora um projeto de realidade aumentada. Com isso, passa a ter elementos virtuais durante a experiência real a que se propõe. Qualquer visitante que baixar o aplicativo gratuito Teth poderá fazer fotos e vídeos para suas redes sociais com estes novos recursos. Na prática, lembram os atuais filtros das redes sociais.

É importante ressaltar: a realidade aumentada é diferente da realidade virtual. A aumentada mantém o usuário atento ao mundo real, enquanto expande suas possibilidades. No Fun Museu, por exemplo, a tecnologia amplia as possibilidades. Além do cenário real, com todas suas cores e interatividade físicas, passam a ter mais um elemento que só aparece na tela do celular, mas que pode ser fotografado ou filmado. “Está no nosso DNA buscar a novidade, as possibilidades criativas e contribuir na diversão e interação do público que nos visita”, comenta o gerente do Fun Museu, Lucian Ambrós. 

A produção da tecnologia é da StarTeth, empresa de Florianópolis que surgiu para cobrir uma demanda crescente de mercado que cada vez mais exige interatividade para chamar a atenção do público-alvo. Para o Fun Museu, a StarTeth desenvolveu diferentes itens. No cenário “parede e tapete coração”, o visitante verá um coração saltando da tela. No céu à noite, uma enorme lua cheia, além da já existente, torna a experiência ainda mais espetacular.

No cenário skyline, que mescla a Balneário Camboriú real com elementos de ilustração, o recurso de realidade aumentada reproduzirá um vídeo com imagens da cidade feitas pela empresa Vídeos 360 BC e trilha sonora do próprio Fun Museu que é a música-tema composta e interpretada pela cantora Tamires Caroline Pereira.

A empresa StarTeth já atua no mercado cobrindo variadas atividades econômicas, atendendo o comércio em geral com a disponibilização de catálogos, rótulos, informativos e cartões de visitas em realidade aumentada; o setor da educação com materiais didáticos interativos e objetos tridimensionais; bem como os setores da construção civil e arquitetura.  “Desenvolvemos projetos arquitetônicos para poder apresentar os prédios e ambientes antes mesmo de estarem concluídos. A realidade aumentada leva o cliente para dentro do local. Ele tem toda a percepção de espaço do que será o apartamento daqui a um tempo”, exemplifica o Diretor Comercial, Odilon Machuca.

Além disso, a empresa também desenvolveu aplicativos que serão utilizados nas campanhas políticas no próximo pleito municipal. É o santinho eleitoral em realidade aumentada, com diferentes novidades utilizando-se desta nova forma de comunicação que aproxima os eleitores às propostas dos candidatos. Recursos importantes para esses tempos de pandemia, em que comícios e aglomerações estão proibidas. Mais informações, no site www.starteth.com.br

 

Como acessar a realidade aumentada do Fun Museu

Este é um recurso que necessita a presença física no Fun Museu. Pelos cenários estão espalhadas tags que são lidas pelo aplicativo. Ao fazer o reconhecimento destes ponto-chaves, o programa faz rodar o elemento surpresa, que pode ser uma imagem ou um vídeo, por exemplo. Para visualizar todos, fazendo praticamente uma “caça ao tesouro” virtual, o visitante do Fun Museu terá de baixar o aplicativo gratuito disponível em IOS e Android, apontar a câmera para a logo do Fun Museu na entrada e pronto. Um vídeo inicial traz as explicações e o visitante pode aproveitar os elementos virtuais que passam a fazer dos cenários reais.

 

A viagem em realidade aumentada no Fun Museu

1) Baixar o aplicativo Teth

2) Apontar a câmera para a logo do Fun Museu na entrada

3) Seguir as orientações do vídeo inicial

4) Aproveitar os cenários do Fun Museu e os elementos em realidade aumentada

 

Ingressos

Ingressos para o público em geral: R$ 30.

Gratuito para crianças de até 6 anos acompanhada de um adulto pagante.

Meia-entrada para pessoas de 7 a 17 anos sem necessidade de apresentação de carteirinha de estudante apenas documento de identidade.

Meia-entrada para estudantes e idosos com documento de comprovação.

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Conheça o cantor Matheus Cuelba, jovem autista que viralizou nas redes sociais

Além de tomografias e outros exames, os médicos também constaram, na época, sintomas de depressão. Junto ao resultado clínico, ele iniciou o tratamento com especialistas e as aulas de violão. “Quando saí da escola que estive por nove anos da minha vida, mudei minha terapia convencional para a terapia ABA. Muitos tópicos que trabalhei no tratamento são os pilares da carreira musical que estou desenvolvendo, como não querer fazer tudo sozinho, ouvir instruções de profissionais e não criar expectativas muito altas. Acredito que o emocional e o profissional são pontos que devem estar em equilíbrio”, diz Matheus. Os desafios do convívio social Ao assistir a desenvoltura do jovem músico nos vídeos publicados nas redes sociais, não se imagina os desafios que existiam no início do tratamento. De acordo com a mãe de Matheus, Cláudia Cuelbas, as sessões de terapia e as aulas de música auxiliaram no enfrentamento dos medos, que, hoje, permitem que ela comemore pequenos momentos em família. “Quando ele começou a terapia, foi muito difícil, pois ele não queria de forma alguma, ficava emburrado e nervoso. Quem vê o Matheus agora nem acredita. A intervenção em ABA foi o que aconteceu de melhor na nossa vida porque os terapeutas são ótimos e têm muita paciência”. Cláudia lembra que as aulas de violão, realizadas em uma escola perto de casa, eram a forma encontrada pelo jovem de expressar seus sentimentos. No quesito profissional, o professor Fabiano aponta a timidez e a falta de confiança como as principais barreiras nas primeiras aulas. Com o tempo, as conversas entre professor e aluno foram além do âmbito musical, possibilitando o crescimento e os resultados, como o vídeo viralizado. Os sintomas no começo do tratamento foram os mesmos constatados pela psicóloga e analista comportamental do Grupo Conduzir, Larissa Aguirre. “Matheus chegou até nós por indicação de sua fonoaudióloga, que conhecia sobre a terapia ABA e sua eficácia. No início da terapia, as principais dificuldades eram de relacionamento social, de lidar com um grande sofrimento emocional e de realizar tarefas do dia a dia com independência”. Modelo de tratamento - ABA Há três anos, o tratamento do Matheus segue o modelo da Análise Comportamental Aplicada, conhecido pela sigla ABA - Applied Behavior Analysis. Trata-se de uma ciência usada para a compreensão do comportamento que vem sendo amplamente utilizada no atendimento a pessoas com desenvolvimento atípico, como o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). A ABA deriva do behaviorismo, que tem como finalidade o estudo do comportamento por meio científico. De acordo com a terapeuta, as principais funções e atividades desenvolvidas pelo músico ao longo dos anos envolvem habilidades de controle financeiro, repertório de autocuidado e autonomia, tolerância em aceitar opiniões divergentes, empatia, aquisição de repertório para conversar sobre temas variados (capacidade antes exclusiva no campo da música), identificação das situações e suas consequências, autoestima, autoconfiança e atenção compartilhada. A psicóloga que acompanha o caso de Matheus comemora: “Foi incrível ver o reconhecimento das habilidades do Matheus. É emocionante acompanhá-lo conseguindo generalizar e utilizar as habilidades aprendidas em contexto natural de maneira adequada. Nós sempre acreditamos no desenvolvimento dele, até mesmo quando para ele era difícil acreditar. E vê-lo recebendo esse carinho e reconhecimento das pessoas é muito emocionante.” Para Matheus, a rede de apoio formada por familiares, amigos e os professores de música é o que o ajuda a realizar os sonhos e insistir em projetos profissionais. “Acho que eles foram as lanternas que iluminaram minha mente escura para novos horizontes e também aqueles que tiraram um momento da aula para ouvir meus lamentos pessoais. Tive sorte de ter uma família fantástica e de ter achado as pessoas certas para construir uma amizade verdadeira”. Autismo de Alto Funcionamento O Transtorno do Espectro Autista (TEA), conhecido como autismo, engloba diferentes condições e graus de dificuldade no desenvolvimento neurológico. De acordo com os dados do Center of Deseases Control and Prevention, CDC, o autismo afeta 1 a cada 54 pessoas no mundo. Assim, a estimativa é que no Brasil existam cerca de 2 milhões de autistas. Os graus de autismo são classificados do mais leve ao mais severo. O diagnóstico proferido ao Matheus em 2014 determinou uma disfunção de Nível 1, a Síndrome de Asperger, também chamada de “autismo de alto funcionamento”, caracterizada pelo atraso na comunicação e na interação social, além do interesse restrito por temas do cotidiano, como a obsessão pela música, que o impedia de conversar e conhecer outros assuntos. “Para dar um exemplo, seria o caso da criança que apresentou pouco ou nenhum atraso da fala em si, mas que possui dificuldade em comunicar seus sentimentos, emoções e fazer ou manter relacionamentos de amizade com seus pares”, exemplifica a mestre e doutoranda em Análise de Comportamento, coordenadora do Instituto de Pesquisa Conduzir, Renata Michel. A especialista ainda explica que, se um indivíduo tem déficits e/ou excessos comportamentais típicos do diagnóstico, a abordagem em ABA, aplicada por um profissional capacitado, pode reverter o quadro por meio de tratamentos corretos que irão aumentar ou diminuir os sintomas, a depender do objetivo, para que sejam apresentados comportamentos mais próximos aos esperados para pessoas da mesma faixa etária. Apesar de ainda ser tema de estudos neurológicos, já é possível afirmar que o funcionamento do cérebro dos autistas é diferente e, por isso, tem uma compreensão distinta de atividades, o que poderia explicar melhores habilidades de foco e memória visual, entre outras características: “Não podemos afirmar que os autistas de alto funcionamento são mais propícios ao desenvolvimento de habilidades focadas, mas sim que o autista de alto funcionamento que possui QI (Quociente de Inteligência) normal ou acima da média pode desenvolver habilidades muito significativas. Apenas 1% da população total de indivíduos com TEA possui o chamado “savantismo”, que considera o desenvolvimento de habilidades extraordinárias”, explica a especialista Renata Michel.

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