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Falha no Facebook e no WhatsApp: internet fala em sabotagem e ataque de hackers – não há prazo para aplicativos voltarem

Funcionários do Facebook estariam inclusive sem acesso às ferramentas administrativas que permitem a correção de problemas.

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Ainda não há previsão para a volta do funcionamento das redes sociais Facebook, Instagram e WhatsApp. Diversas teorias circulam pela internet, inclusive sobre ataques de hackers ou de sabotagem. O fato é que nem os funcionários do Facebook estariam inclusive sem acesso às ferramentas administrativas que permitem a correção de problemas. Precisaram estar localmente na empresa para resolver os problemas.

A principal suspeita, segundo informação do portal UOL, é de que a culpa seja de uma falha no DNS —Domain Name System, ou Sistema de Nomes de Domínios. É um protocolo que relaciona o endereço “nominal” de um site ou aplicativo com o seu endereço real (número de IP, de Internet Protocol) nos bancos de dados da internet.

Funciona assim: quando você digita um endereço os servidores DNS entram em operação e “traduzem” o endereço que você digitou para o IP (um número relativo ao site) e permitem o acesso. Em uma postagem no Twitter, Sheera Frenkel, repórter do jornal norte-americano The New York Times, confirma a tese: “Acabei de falar ao telefone com alguém que trabalha para o FB que descreveu funcionários sem conseguir entrar nos prédios para avaliar a extensão da pane porque seus crachás não funcionavam para abrir as portas.

O Facebook usou seu perfil no Twitter para se desculpar

“Estamos cientes de que algumas pessoas estão tendo problemas para acessar nossos aplicativos e produtos. Estamos trabalhando para voltar ao normal o mais rápido possível e pedimos desculpas por qualquer inconveniente”
Ainda não há prazo para o sistema ser restabelecido

Fonte: Visor Notícias

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Escola de cães-guia pede ajuda a empresários para se manter durante a pandemia

Desde o início da pandemia a Escola de Cães-guia Helen Keller tempassado por sérias crises financeiras, mas esse ano, a situação seagravou muito. “Vivemos somente de doações e com a COVID, muitasempresas que contribuíam para manter a escola pararam de doar, e issotem agravado cada dia mais nossa situação, precisamos urgentemente deapoiadores e empresas que patrocinem a HKeller”, fala Renato de Paula,que recentemente tomou posse como novo diretor de marketing da HKeller. De acordo com a administração a HKeller tem um custo mensal fixo deaproximadamente R$ 45.000,00, sendo ele a folha de pagamento dosfuncionários, despesas com veterinários, remédios e exames, e demaiscustos como água, luz, combustível etc. Para sanar os problemas financeiros a escola pede o apoio de empresas epessoas físicas que queiram colaborar mensalmente. “Vale lembrar queas doações das empresas de lucro real, podem ser deduzidas do impostode renda. Mas o importante é colaborar, afinal, quanto vale a visão, aautonomia e a inclusão?”, ressalta Renato. A Escola de Cães Guias Helen Keller é a única da América Latinamembro da Federação Internacional de Cães Guias, garantindo que oscães HKELLER sejam graduados por meio de técnicas, que observam acomunhão do bem-estar dos cães, com os da equipe e clientes. A HKeller e o Cão Guia no Brasil A Escola de Cães Guias Helen Keller possui um programa genético quejá está na sua quarta geração de cães, com assertividade de 90%.Este resultado elegeu a instituição para desenvolver tecnicamente oProjeto Cão Guia, do Governo Federal, entregando ao longo de 03 anosde seu trabalho, dentro deste projeto, 16 duplas (pessoa cega/cãoguia). O investimento para um cão HKELLER O investimento na formação de um cão HKELLER atinge cifras que giramem torno de 80 mil reais, durante o período de 2 anos, desde areprodução até a formação da dupla cão/cliente. Mas não se tratade custo e sim de qualidade de vida, autoconfiança e autonomia dapessoa cega, afinal, é impossível medir o valor da visão para o serhumano e os depoimentos deles asseguram que tiveram suas vidasimpactadas positivamente, com a companhia dos cães guias que receberamda escola. Atualmente são mais de 2 mil inscritos para receberem um cão-guiagratuitamente.  Para manter seu funcionamento e ampliar a formação deinstrutores e de cães para guiar as pessoas cegas, a Helen Kellerdepende do apoio da população. A Escola de Cães Guias Helen Keller conta apenas com o apoio dasociedade civil e da iniciativa privada para prover os recursosnecessários, tais como manutenção de sua estrutura física, pagamentode seus colaboradores, prestação dos serviços de acompanhamento,tanto dos cegos como de nossos voluntários socializadores; e tãoimportante quanto, a manutenção do bem-estar dos cães. O planejamento da escola é formar 24 cães HKeller por ano, procurandoassim, atender e ampliar a entrega de cães às pessoas cegas ou baixavisão de forma gratuita. E ainda elaborar e implementar o planopedagógico contextualizado para formação de técnicos treinadores decães-guias; escola de uso de bengala articulada e escola de braile; ea construção do Centro Veterinário HKeller com ampliação daestrutura física e sustentabilidade financeira. Helen Keller cresce mesmo com a crise e pandemia Mesmo com a pandemia que está assolando a todos, e com a redução dosapoios financeiros recorrentes, a Escola Helen Keller cresceu no últimoano, aumentou a entrega de cães, a equipe técnica e pretende expandirainda mais sua atuação. “A HKeller cresceu, esse ano iremos entregar12 cães-guias, antigamente eram 4. Aumentamos nosso número deprofissionais, hoje temos 3 treinadores e mais 5 no suporte técnico eadministrativo. E nossos planos são de continuar crescendo e entregandocada vez mais autonomia a pessoa cega ou com baixa visão. A pandemianos prejudicou bastante, somos uma entidade que vive de doações e elascaíram muito, por isso precisamos da ajuda e colaboração de toda asociedade. Vale ressaltar que o cego recebe o cão-guia de formagratuita”, esclarece o diretor de marketing. No Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), em 2010, existem mais de 6,5 milhões de pessoas com cegos oubaixa visão Segundo o IBGE, em 2010, existem 14.727 pessoas cegas totais e 174.550pessoas com baixa visão, no estado de Santa Catarina. A Microrregião da Foz do Rio Itajaí́, que segundo dados daAssociação de Deficientes Visuais de Itajaí́ e Região – ADVIR, emseus registros de 2017, existem 613, pessoas cegas ou com baixa visão.Vale ressaltar que, esses dados referem-se apenas às pessoascadastradas na ADVIR, o que não significa a realidade do número depessoas cegas ou baixa visão, uma vez que nem todas as pessoas com estasituação estão inscritas nesta Associação. Saiba mais pelo Instagram da escola @caoguia.org.br e pelo sitewww.caoguia.org.br. Para quem quiser doar para a escola, atualmente são 4 canaisdisponíveis: QR Code, E-mail: ajude@caoguia.org.br e celular 47 997120986, que é o pix da escola.

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