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Dunas “engolem” casas e situação preocupa moradores de Florianópolis

Ao menos três imóveis já foram engolidos pelas dunas nos últimos anos

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Foto: Karina Koppe/NDTV

O avanço das dunas sobre as casas tem deixado moradores do bairro Ingleses, no Norte de Florianópolis, preocupados. Segundo eles, pelo menos três imóveis já foram engolidos pelas dunas nos últimos anos.

A situação crítica se concentra na servidão Fermino Manoel Zeferino, no canto Sul dos Ingleses. As dunas estão invadindo as casas e até mesmo o cemitério municipal. Com medo, alguns moradores até deixaram o local.

Nesta terça-feira (6), a Defesa Civil de Florianópolis esteve na região e constatou que a questão das dunas se agravou nos últimos meses. A cozinha da trabalhadora autônoma Denise Guimarães Santana teve que ser desativada. A porta que dá acesso ao pátio da casa foi bloqueada pela areia, que começou a entrar pelas frestas e acumula no chão.

Denise mora no imóvel há quase dois anos. Ela conta que, assim que chegou à servidão, a situação era bem diferente. A areia estava longe e só se aproximava da casa quando o vento estava muito forte. A situação, que até então era controlável, começou a mudar nos últimos meses.

O quarto da autônoma também está sendo invadido pela areia. Já o banheiro da residência foi totalmente soterrado depois que um turista quebrou o telhado ao andar pelas dunas. A Defesa Civil de Florianópolis tem acompanhado a situação na região. Um laudo geológico chegou a ser emitido pelo órgão em 2017. O documento apontou a complexidade do caso e relatou que as condições poderiam se agravar se obras de estabilização não fossem executadas. O laudo destacou, ainda, que a área de dunas não apresenta vegetação protegida e, portanto, poderia ser mobilizada para outro local a fim de resguardar as casas.

No mesmo período, a Floram (Fundação Municipal do Meio Ambiente) também emitiu um parecer sobre a questão do avanço das dunas. O órgão solicitou documentações que comprovassem a legalidade das edificações.

Recentemente, uma casa foi interditada por apresentar rachaduras que comprometiam a estrutura do imóvel. Agora, um trabalho conjunto entre Defesa Civil municipal, Floram e Ministério Público deverá ser feito para encontrar uma solução para o caso.

Foto: Jackson Botelho/NDTV

Fonte: ND+

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