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Documento enviado por Conselho de Saúde ao Estado pede ‘medidas mais restritivas’

Ofício enviado ao Governador Carlos Moisés pediu que governo retome protagonismo em relação à crise

Foi enviado pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Santa Catarina (Cosems-SC) um ofício direcionado ao Governador Carlos Moisés, pedindo para que seja retomado pelo Estado o protagonismo do Estado em relação à pandemia. Essa informação foi publicada nesta terça-feira (21), pelo colunista da NSC, Pedro Machado. O documento também solicita que o Estado adote “medidas mais restritivas para o isolamento social nas regiões de saúde, uma vez que a tomada de decisão pelas regiões se encontra fragilizada”.

O ofício foi enviado na última quinta-feira (16). No dia seguinte, o governo anunciou novas regras de distanciamento para sete regiões catarinenses com risco gravíssimo para o coronavírus. O Estado anunciou no fim de maio o plano de regionalização da gestão da pandemia, conferindo mais poder para municípios adotarem regras de combate ao coronavírus de acordo com a situação local.

A medida atendeu a reivindicações de gestores municipais, que criticavam a centralização de medidas a partir da Casa d’Agronômica. Fragilizado politicamente pelo escândalo da compra dos respiradores da Veigamed, o governo não ofereceu muita resistência. O que se viu com a descentralização, no entanto, foi prefeitos batendo cabeça e muitas vezes agindo individualmente. O próprio Cosems-SC admite isso no ofício endereçado ao Estado: “a tomada de decisão pelas regiões se encontra fragilizada, tanto pelo desafio dos municípios em decidir conjuntamente quanto pelas limitações de profissionais especializados em epidemiologia ou em processos de gestão de crise”.

O documento cita ainda a dificuldade encontrada por municípios na aquisição de medicamentos para intubação de pacientes graves em UTI e que “o Cosems-SC tem observado evidente conflito de interesses políticos – diante de eleições municipais que se avizinham – e interesses de setores da economia frente às orientações feitas pelo setor da saúde”. O apelo para que o governo retome o protagonismo da gestão da crise chega no momento mais crítico da pandemia em Santa Catarina, com a rede hospitalar à beira do colapso em várias regiões. O Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Santa Catarina não fala em nome das prefeituras, segundo reforçou a Federação Catarinense dos Municípios (Fecam).

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