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Segurança

Criança bate cabeça na escola e morre após família buscar atendimento por quatro dias em hospital de SC

Acusação é de que o hospital tenha negligenciado o atendimento do menino; polícia investiga o caso

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Foto: Divulgação/Redes Sociais

A Polícia Civil investiga se morte de uma criança de seis anos, na sexta-feira (16), em São Francisco do Sul, no Norte do Estado, ocorreu por negligência médica. A criança bateu a cabeça em uma placa de ferro na última terça-feira (13), e desde então, a família chegou a procurar atendimento durante quatro dias seguidos no Hospital e Maternidade Municipal Nossa Senhora da Graça após o acidente na escola.

Além da investigação da Secretaria de Saúde, a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as causas da morte do garoto. A acusação é de que o hospital tenha negligenciado o atendimento do menino. A causa da morte ainda não foi definida e, de acordo com o delegado Weydson da Silva, o IML (Instituto Médico Legal) deve encaminhar o laudo cadavérico “o mais breve possível”. “Solicitei algumas informações adicionais e espero recebe-las todas em uma mesma oportunidade”, explica.

Além disso, o delegado solicitou o histórico do atendimento e prontuários serão entregues à Delegacia de Polícia até a terça-feira (20). O delegado conta, ainda, que a mãe de James pode ser ouvida na tarde desta segunda-feira se estiver em condições emocionais, caso contrário, ela deve prestar depoimento na terça-feira. A polícia solicitou, ainda, informações ao Conselho Tutelar e à escola em que o menino estudava.

As lembranças são de um menino alegre, que corria pelo quintal brincando com o cachorro e com o irmão, de oito anos. James Antônio Fucks completaria sete anos no dia 17 de outubro, mas não teve tempo de comemorar o sétimo aniversário. Caçula de uma família simples, ele morreu na sexta-feira (17), no Hospital e Maternidade Municipal Nossa Senhora da Graça, depois de ser levado outros três dias para ser atendido, com dores no peito.

Uma vizinha, que prefere não se identificar, conta que a família é simples, não tem sequer energia elétrica em casa e que nem por isso deixava o menino em más condições. “São uma família simples, com uma casa de duas peças e tudo sempre muito limpo, o quintal, tudo. Eles sempre estavam cuidando das crianças, nunca vi brigar, bater, nada”, fala.

A vizinha relata que a mãe de James o levou ao hospital já na madrugada de quarta-feira (14), depois que o garoto reclamou de dores no peito. “Não sei porque ela não veio aqui e pediu para levarmos eles, deve ter ficado com vergonha porque era madrugada, ela foi a pé, com ele que mal conseguia andar”, diz.

E a ida ao hospital se repetiu. Na quinta-feira (15), afirma a vizinha, uma radiografia chegou a ser realizada no menino, mas ele foi liberado sem sequer o resultado e com uma receita para medicação. “Mandaram para casa porque disseram que demoraria muito. Ele tinha que ficar no hospital, em observação. Como o médico não viu isso? Meu marido disse que ele não estava nem branco, estava cinza, não conseguia nem andar. Só deram um remédio. Eles não tinham nem dinheiro para comprar o remédio. Não deram o devido valor. Foi negligência sim e alguém precisa pagar por isso. Sei que o menino não volta, mas isso não pode acontecer com outras crianças”, ressalta.

Ela conta, ainda, que a família não voltou mais para a casa. “Eles não conseguem, só choram, vieram pedir para dar comida para o cachorro, mas não conseguem voltar para casa, imagina a dor da família”, fala. “Eu quero justiça para o menino, houve negligência e alguém precisa pagar por isso. O menino poderia estar vivo, se o médico tivesse dito que não tinha estrutura, que era melhor levar para Joinville, teríamos levado na hora”, complementa.

Fonte: ND+

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