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Consultor dá dicas de como profissionais devem se portar em reuniões virtuais

Reuniões virtuais têm rendido memes e episódios constrangedores em todo o país para pessoas que não sabem usar a ferramenta ou ainda não entenderam como se portar no ambiente corporativo on-line e ao vivo. Para evitar desconfortos, empresas que mantêm profissionais em trabalho remoto por conta da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) devem adotar manuais de etiqueta e conduta para as videoconferências. Este é o conselho do consultor e especialista em Gestão Empresarial, Diego Martins, que ainda elenca outras orientações para gestores da região.

“A primeira dica aos gestores é criar um material, por mais simples que seja, com pequenas orientações e regras de etiqueta. O que mais temos visto nas notícias são situações inusitadas de invasões por crianças ou animais, por exemplo. As pessoas não estão habituadas ao sistema home office, ao mundo digital, então acreditam que, por estarem em casa, tudo é possível. Mas acabam difundindo uma imagem de que estão perdendo o filtro e a preocupação”, aponta o especialista.

Gestores das empresas devem relembrar às equipes que, apesar de estarem em casa, elas ainda cumprem um expediente. Assim, é necessário se vestir para reuniões virtuais com roupas adequadas, como se estivessem presencialmente nas empresas, uma vez que representam a imagem do negócio. Os funcionários ainda devem escolher e organizar um ambiente que permita a realização das videoconferências com tranquilidade, para evitar a interrupção de terceiros, e minimamente arrumado, o que garante que os participantes não irão perder a concentração e focar inteiramente nos assuntos em discussão.

“Adotar essas medidas garante que as reuniões aconteçam de forma fluida, organizada e objetiva. A imagem da empresa se manterá resguardada neste momento. Em uma reunião com cliente estratégico, uma gafe pode colocar em cheque o quanto a empresa é profissional e se está apta para atender a necessidade do contratante”, explica.

A concentração dos funcionários no assunto em discussão é essencial. Todos devem evitar mexer no celular, olhar páginas na internet ou fazer trabalhos paralelos durante as reuniões virtuais. Cabe à equipe interagir e focar na discussão. Martins também orienta o teste dos equipamentos – microfones e câmera – com antecedência para evitar problemas técnicos durante as videoconferências. Se a internet de casa não for das melhores, também ajuda desconectar outros dispositivos que consumam banda de rede, podendo prejudicar a qualidade da transmissão.

Home office – Um estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) aponta que 56% das empresas que adotaram o home office por conta da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) pretendem manter os serviços após a crise. Dos entrevistados, 90% fez alteração no modo de operação, sendo 83% para atividades administrativas e/ou 20% para serviços operacionais.

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