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Câmara de vereadores e empresários de Balneário Camboriú cobram liberação do Centro de Eventos

A decisão de suspender a licitação do Centro de Eventos foi comunicada em 02 de agosto pelo TCE

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Divulgação

A Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, em conjunto com o setor produtivo e trade turístico, encaminhou hoje (sexta-feira) pedido de agenda com a presidência do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE) e com o governador Carlos Moisés. O objetivo é tratar do Centro de Eventos Júlio Tedesco, cuja licitação se encontra suspensa por determinação do Tribunal de Contas, uma vez que a documentação da empresa vencedora do certame segue em análise técnica pela equipe do tribunal. Dois ofícios neste sentido – um para o TCE e outro para o Governo do Estado – foram assinados por todos os vereadores do Legislativo Municipal, pela presidência da Casa, e ainda dez entidades de classe representantes de vários setores econômicos da cidade.

A decisão de suspender a licitação foi comunicada em 02 de agosto pelo TCE. O Centro de Eventos é uma reivindicação da sociedade local há mais de 20 anos por entender que no turismo de negócios a economia da região e do Estado encontrará importante motor para geração de empregos, divisas e renda. O presidente do Sinduscon de Balneário Camboriú e Camboriú, engenheiro Nelson Nitz, comenta a relevância do empreendimento. “Após décadas de luta, o espaço foi inaugurado em dezembro de 2018, mas até agora não conseguiu abrir as portas. Com 33 mil metros quadrados de área construída, preencherá importante lacuna na infraestrutura de desenvolvimento da economia catarinense”, afirma Nitz.

Conforme informações do Balneário Camboriú Convention & Visitors Bureau, calcula-se uma perda mínima, em cenário bem realista, de R$ 20 milhões* por mês em recursos que deixam de girar no destino, estando o Centro de Eventos fechado. Preocupados com a ação do tempo e os prejuízos que podem advir na estrutura do Centro de Eventos fechado, bem como os recursos que a cidade está deixando de captar com o equipamento de portas fechadas, Legislativo Municipal e inciativa privada uniram forças e decidiram ir à capital conversar com o Governo do Estado e o TCE. O objetivo do grupo, conforme consta nos dois ofícios assinados com pedido de agenda, é de ‘contribuir na construção de uma solução ideal para o encaminhamento da questão’.

Além do presidente da Casa Legislativa e de todos os vereadores, assinam a solicitação as seguintes entidades: ACIBALC, CDL, AMPE, BALNEÁRIO CAMBORIÚ CONVENTION & VISITORS BUREAU , OAB, ACIBC, SINDUSCON, SINDILOJAS, SECOVI e SINDISOL.

Considerando média de quatro eventos mensais, com duração de três dias cada e público estimado em quatro mil pessoas por evento.

Fonte: Visor Notícias

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