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Ave rara é encontrada na areia da praia do Campeche em Florianópolis

Essa é a primeira vez que Associação R3 Animal resgata um trinta-réis-escuro

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Foto: R3 Animal/Divulgação

O sábado (27), foi marcado pela ocorrência de um paciente raro, em Florianópolis. Desde o início do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), agosto de 2015, essa é a primeira vez que Associação R3 Animal resgata um trinta-réis-escuro (Anous stolidus).

A equipe foi informada pelo telefone sobre a presença da ave marinha nas areias da Praia do Campeche. O técnico de monitoramento Kaio de Almeida Brahim esteve no local e resgatou o animal. A ave foi trazida para o Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM/R3Animal), onde recebeu os primeiros atendimentos.

De acordo com a médica-veterinária Daphne Wrobel Goldberg, o animal deu entrada extremamente apático, hipotérmico e com palidez de mucosas. “Ele se encontrava caquético e precisou ser alocado na incubadora para elevação da temperatura corporal”, conta Daphne. Apesar do esforço da equipe, o animal foi a óbito, na manhã deste domingo.

“À necropsia foi possível observar palidez generalizada, indicando um processo de anemia severa e alterações cardiovasculares. Além disso, os rins se encontravam alterados e havia líquido livre em cavidade celomática”, complementa.

Para a médica-veterinária, possivelmente, o indivíduo foi a óbito devido a estas alterações, uma vez que estes são órgãos centrais para a manutenção da vida.

Ótimo nadador

O trinta-réis-escuro, ou viuvinha-grande, é uma ave marinha da ordem Charadriiformes e da família Laridae. Mede cerca de 45cm de comprimento, com coloração marrom por todo o corpo. Os adultos possuem um capuz branco na cabeça, enquanto os juvenis limitam esta coloração à testa.

A técnica de monitoramento Thaís dos Santos Vianna explica que ela é encontrada em regiões tropicais, sendo frequente em ilhas oceânicas. Nelas, nidifica (constrói seu ninho) em áreas rochosas altas, ou árvores, colocando apenas um ovo a cada época reprodutiva. Alimenta-se de pequenos peixes na superfície do mar. É um ótimo nadador e raramente mergulha.

As principais ameaças sofridas por esta espécie estão relacionadas às espécies exóticas inseridas nas ilhas onde habitam, tais como gatos e ratos, os quais predam os ovos e filhotes nos ninhos.

O sábado (27), foi marcado pela ocorrência de um paciente raro, em Florianópolis. Desde o início do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), agosto de 2015, essa é a primeira vez que Associação R3 Animal resgata um trinta-réis-escuro (Anous stolidus).

A equipe foi informada pelo telefone sobre a presença da ave marinha nas areias da Praia do Campeche. O técnico de monitoramento Kaio de Almeida Brahim esteve no local e resgatou o animal. A ave foi trazida para o Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM/R3Animal), onde recebeu os primeiros atendimentos.

De acordo com a médica-veterinária Daphne Wrobel Goldberg, o animal deu entrada extremamente apático, hipotérmico e com palidez de mucosas. “Ele se encontrava caquético e precisou ser alocado na incubadora para elevação da temperatura corporal”, conta Daphne. Apesar do esforço da equipe, o animal foi a óbito, na manhã deste domingo.

“À necropsia foi possível observar palidez generalizada, indicando um processo de anemia severa e alterações cardiovasculares. Além disso, os rins se encontravam alterados e havia líquido livre em cavidade celomática”, complementa.

Para a médica-veterinária, possivelmente, o indivíduo foi a óbito devido a estas alterações, uma vez que estes são órgãos centrais para a manutenção da vida.

Ótimo nadador

O trinta-réis-escuro, ou viuvinha-grande, é uma ave marinha da ordem Charadriiformes e da família Laridae. Mede cerca de 45cm de comprimento, com coloração marrom por todo o corpo. Os adultos possuem um capuz branco na cabeça, enquanto os juvenis limitam esta coloração à testa.

A técnica de monitoramento Thaís dos Santos Vianna explica que ela é encontrada em regiões tropicais, sendo frequente em ilhas oceânicas. Nelas, nidifica (constrói seu ninho) em áreas rochosas altas, ou árvores, colocando apenas um ovo a cada época reprodutiva. Alimenta-se de pequenos peixes na superfície do mar. É um ótimo nadador e raramente mergulha.

As principais ameaças sofridas por esta espécie estão relacionadas às espécies exóticas inseridas nas ilhas onde habitam, tais como gatos e ratos, os quais predam os ovos e filhotes nos ninhos.

Fonte: Visor Notícias

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