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Águas de Penha discute impactos da gestão de perdas no novo Marco Legal do Saneamento

Equipe da concessionária participou de uma reunião virtual para falar sobre os impactos

O Brasil tem 38,45% de perda de água potável, de acordo com estudo realizado pelo Instituto Trata Brasil, ou seja, para cada 100 litros de água produzida no Brasil, 38 foram perdidos diariamente. Os motivos vão desde vazamentos, a roubos por meio de ligações clandestinas, entre outros. Na região Sul do país, este índice gira em torno de 37,14%. Diante destes números cresce a importância de encontrar soluções que possam melhorar o desempenho do saneamento básico. A empresa da Águas de Penha fechou o ano de 2019 com um índice de perdas de 28,7%, estando 9,75 pontos percentuais abaixo da média nacional e 8,44 abaixo da média da região sul do país.

Para obtenção destes resultados, a empresa realiza ações de controle e busca incessante por mais eficiência operacional. Entre as estratégias utilizadas se destacam o controle dos volumes distribuídos através da macro medição, controle de mínima noturna, gestão de pressão em todo município, setorização, utilização de booster e monitoramento “full time” do sistema, possibilitando antecipar alguns eventos e minimizar o efeito de outros. Também está incluída a capacitação contínua dos colaboradores que atuam na área, participando de comitês e treinamentos que possibilitem a troca de experiências e acompanhamento de novas tecnologias voltadas para a área.

A equipe da concessionária participou de reunião da Câmara Temática de Gestão de Perdas e Eficiência Energética da Associação Brasileira de Engenheira Sanitária e Ambiental (ABES). O encontro virtual debateu “Os impactos da gestão de perdas no novo Marco Legal do Saneamento Básico em Santa Catarina” e contou com a participação de empresas públicas e privadas.

Representando a Águas de Penha participaram o supervisor de operações, Claudinei Dumke, a analista de Operações e Perdas da concessionária, Bruna Sedrez e a coordenadora do Centro de Controle Operacional (CCO), Maraísa Mendonça Oliveira. Além de uma exposição sobre o teme, houve um bate-papo em torno do assunto, demonstrando diferentes visões e tratativas com objetivo comum de redução de perdas na região.

Sobre o Marco Legal

O principal objetivo do novo Marco Legal do Saneamento Básico é universalizar e qualificar a prestação dos serviços no setor. A meta do Governo Federal é alcançar a universalização até o final de 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90% à coleta e tratamento de esgoto. Hoje, no país, 35 milhões de pessoas não têm acesso à água tratada e mais de 100 milhões não contam com serviços de coleta de esgoto.

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