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Adolescente fala sobre Umbanda em escola de SC e é espancada por colega

“A menina começou a xingar ela dizendo que a Umbanda cultua o demônio e que se ela é umbandista também cultua", conta a mãe

Uma adolescente foi agredida dentro de uma escola após uma colega escutar ela falar que era umbandista para um outro aluno. O caso de intolerância religiosa aconteceu em uma escola de Joinville no Norte do Estado, na segunda-feira (25). Pricylla da Costa Bianchi, mãe da vítima, conta que a filha conversava com um amigo, durante a aula de educação física, sobre umbanda, religião que ela e o colega seguem, no momento que a agressora escutou o assunto e começou a xingar.

“A menina começou a xingar ela dizendo que a Umbanda cultua o demônio e que se ela é umbandista também cultua. Minha filha tentou explicar, mandou ela calar boca e, então, ela foi pra cima da minha filha e bateu nela até separarem as duas”, conta. A denúncia do caso de racismo religioso gerou um momento nas redes sociais. Ainda, conforme a mãe, a filha havia mudado de turno – da noite para a manhã – há três dias no Cesita (Centro Educacional e Social do Itaum), na zona Sul da cidade.

Segundo ela, após a briga, a escola ainda teria negligenciado o caso. “Uma das pessoas que trabalham lá disse que a minha filha teria que voltar para o turno da noite porque é um absurdo discutir sobre religião”. As duas alunas foram suspensas, mas só a filha de Pricylla teve que esperar pelos pais para ser liberada da escola, conforme a mãe.

A adolescente ficou com várias marcas pelo corpo. “Ela tem calombos na cabeça, os olhos ficaram bem inchados e roxos e teve os braços cortados”, destaca a mãe. Ainda assim, segundo ela, nenhum profissional de saúde foi acionado pela escola para avaliar o estado de saúde da estudante. Prycilla conta ainda que procurou a unidade no dia seguinte, mas não recebeu a devida atenção mediante a gravidade do caso.

“Se eximiram de qualquer culpa, disseram que não sabiam que a briga tinha sido por intolerância religiosa, que desconhecem qualquer profissional que poderia ter falado que ela estava errada e que não chamaram ajuda porque só podem chamar o Samu, que não viria por isso”, fala a mãe. Pricylla abriu um boletim de ocorrência por agressão e intolerância religiosa e a adolescente passou por exame de corpo delito. Ela também denunciou o caso à Procuradoria e está acionando a Justiça contra o município e contra a aluna que agrediu a filha.

Diante da repercussão do caso, a prefeitura de Joinville emitiu uma nota a respeito da situação.

“A Prefeitura de Joinville, por meio da Secretaria de Educação, informa que foi notificada na última terça-feira (26/4) sobre uma situação envolvendo duas estudantes da Escola de Jovens e Adultos (EJA).

A direção da unidade prestou assistência à aluna que teve ferimentos e comunicou a mãe da jovem sobre a situação logo após o ocorrido. No mesmo dia, a mãe da aluna e a diretora da EJA tiveram uma reunião sobre o ocorrido.

A conversa faz parte da apuração dos fatos para que se possam determinar os próximos passos a serem adotados pela gestão da Secretaria de Educação. A Prefeitura de Joinville reforça que defende o respeito à diversidade e que a propagação deste princípio em todas as suas unidades, inclusive de forma multidisciplinar como tema transversal”.

Fonte: Com informações do ND+

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