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Abatedouro clandestino é fechado no Alto Vale do Itajaí

Quando a equipe chegou na propriedade, encontrou 51 couros bovinos salgados e armazenados em um galpão, além de um local para queima de ossos e resíduos do abate

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Foto: Cidasc – Departamento Regional de Rio do Sul

O Departamento Regional da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc de Rio do Sul fechou, na última semana, um abatedouro clandestino que funcionava na zona rural do município de Vidal Ramos. A denúncia, feita anonimamente, dava informações sobre a existência de um local onde frequentemente ocorriam abates de bovinos, onde havia a queima de resíduos, o qual exalava um forte cheiro na região.

Quando a equipe chegou na propriedade, encontrou 51 couros bovinos salgados e armazenados em um galpão, além de um local para queima de ossos e resíduos do abate. A operação, coordenada pelos médicos veterinários Lauri José Giachim, Patrícia Mayer e o gestor de Defesa Agropecuária César Augusto Barbosa de Macedo, contou com o apoio da Polícia Militar Ambiental (PMA) de Rio do Sul.

De acordo com o médico veterinário Lauri José Giachim, foi constatado em flagrante a prática do abate clandestino. “Foram encontrados instrumentos e estrutura improvisada e inadequada para abate e processamento e sem registro nos serviços de inspeção oficial (SIM, SIE, SIF). Além da estrutura inadequada, foi encontrado um bovino sem os brincos de identificação individual”.

Lauri complementa que “foi realizada a apreensão e destruição dos couros na propriedade, bem como a autuação do proprietário. Todo cidadão que queira regularizar a sua atividade deve dirigir-se ao escritório da Cidasc responsável pelo seu município e solicitar maiores informações. Faremos toda a orientação no que se refere às normas sanitárias que regulamentam a produção de produtos de origem animal em Santa Catarina”.

A atuação do Serviço de Inspeção assume um papel importante na qualidade dos produtos e na garantia da saúde dos consumidores, seja através do combate a produção e comercialização de alimentos de origem clandestina, como pelo aumento da oferta de produtos inspecionados pelas fiscalizações higiênico-sanitários. Através das ações da Cidasc, objetivamos conscientizar a população e os comerciantes sobre o grande risco do abate clandestino e da comercialização dos produtos provenientes da clandestinidade.

Fonte: Visor Notícias

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