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21º Festival de Música de Itajaí tem oficina de musicalização para deficientes visuais

Nesta segunda (03), a Casa da Cultura Dide Brandão recebeu o professor Luiz Amorim para ministrar a oficina “Musicalização para Deficientes Visuais”, visando proporcionar e explicar aos músicos e professores o funcionamento do aprendizado musical […]

Nesta segunda (03), a Casa da Cultura Dide Brandão recebeu o professor Luiz Amorim para ministrar a oficina “Musicalização para Deficientes Visuais”, visando proporcionar e explicar aos músicos e professores o funcionamento do aprendizado musical para os deficientes.

Para o instrutor Luiz Amorim, que é cego, a inserção da oficina no Festival mostra a acessibilidade promovida pelo município. “O Festival de Música de Itajaí abriu as portas para outro segmento, as pessoas deficientes visuais, que apesar da vocação musical e do talento para a música, não têm oportunidade de estudar a música de uma forma adequada as nossas necessidades”, disse.

Luiz Amorim tem 35 anos, é deficiente visual e fala sobre a inserção do cego dentro do ensino musical. Começou a estudar música aos 15 anos em uma escola especializada em educação de deficientes visuais no Rio de Janeiro, mas sentiu as dificuldades no aprendizado quando iniciou os estudos em uma escola de música comum. Em 2012 se formou em licenciatura em música pela UFPR e atualmente está desenvolvendo uma metodologia de ensino de violino específica para deficientes visuais.

Entre professores e músicos, também estiveram na oficina alunos dos cursos de licenciatura em música da região. André Luis Lopes é estudante e contou sobre a quebra de preconceitos no contexto musical. “O mais importante é o contato com pessoas que vivenciam isso diariamente. Eu posso ler, posso ver vídeos sobre o assunto, mas se eu convivo com alguém que vive isso diariamente se torna uma experiência muito mais rica, fora do campo teórico”, conta.

Durante a oficina, os alunos tiveram acesso a materiais em Braille, como livros e partituras, além das dinâmicas utilizadas no aprendizado do deficiente visual. “É um área que tem pouquíssimo ou quase nenhum material nesse sentido, então nós vemos a importância de ter uma oficina como essa. É uma política de inclusão que o Festival assumiu, queremos dar continuidade a este trabalho de inclusão não só para o deficiente visual, mas para outros também”, disse o coordenador do 21º Festival de Música de Itajaí, Arnou de Melo.

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